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Branqueamento de capitais põe à prova a robustez das democracias, diz Albuquerque

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
16 de out. de 2020
1 min de leitura

O tema foi abordado no âmbito das Jornadas organizadas pelo Conselho Regional da Madeira da Ordem dos Advogados, no Centro de Congressos da Madeira.


O presidente do Governo Regional considerou que o branqueamento de capitais põe à prova a robustez das democracias e cujo combate exige destas a alocação de avultados recursos financeiros, uma grande especialização técnica e acima de tudo cooperação internacional. 

O tema foi abordado no âmbito das Jornadas organizadas pelo Conselho Regional da Madeira da Ordem dos Advogados, no Centro de Congressos da Madeira.

O governante reconheceu, contudo, que esta ameaça à robustez das democracias tem na crescente financeirização da economia global e na aceleração das tecnologias da informação um aliado de peso, que afeta seriamente a capacidade de intervenção dos agentes institucionais e económicos tradicionais – os Estados, as empresas e as famílias - e, sobretudo das instâncias judiciais".

 
 
 

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