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  • Henrique Correia

Calado "mede" o Funchal no "terreno do povo"


Candidato da coligação PSD/CDS à Câmara tem publicitado vários contactos de "campo", onde se dizia estar a (sua) maior dificuldade.







Pedro Calado já começou as "conversas com o Funchal" e agora anda pelo Funchal em conversas com a população, uma espécie de pré campanha junto do povo para demonstrar duas situações, essencialmente: consegue ir para o terreno, onde diziam estar a sua maior dificuldade; avaliar o que dizem as pessoas no meio onde elas andam.

O candidato da coligação PSD/CDS à Câmara do Funchal, levando "Funchal Sempre à Frente" como mensagem para as autárquicas, publicou no Facebook de candidatura uma deslocação a Santa Maria Maior, sublinhando precisamente estar "no terreno ouvindo as pessoas, as suas ideias, sugestões e problemas. Porque o nosso foco são as prioridades dos funchalenses".

Calado escreve que "só assim, deste modo, é possível fazer o Funchal que queremos: uma cidade limpa. Uma cidade asseada. Uma cidade desenvolvida, dinâmica. promotora, com estratégia, com planeamento".

O Funchal Sempre à Frente, reforça o candidato, "é um projeto de equipa. Estamos motivados e mobilizados. Os funchalenses podem contar e confiar nesta equipa, no nosso compromisso, trabalho e proximidade".

Esta fórmula do projeto comunicacional de candidatura de Pedro Calado assenta em dois pilares essenciais, curiosamente explorando dois "mundos" para os quais o candidato estava pouco à vontade, as redes sociais que normalmente são alvo de críticas desvalorizando uma importância que na realidade têm, desde que separando o "trigo do joio", mas também o contacto com a população, num trabalho ao "terreno profundo", que não era propriamente um ponto visível no percurso politico.

Calado quer mudar isso e a presença na página do Facebook demonstra a intenção de dar visibilidade ao contacto com o povo, também trazendo o povo à visibilidade, através das ações das respetias equipas pelo Funchal.

É a nova "face" da política, que cada vez mais não pode ser travada só nos jornais, meios que apesar de ainda terem algum peso no mercado, a cada ano que passa, vão sentindo a necessidade de uma mudança de estratégia, nas formas e nos conteúdos. Como acontece com os candidatos, seja quem for e para o que for.

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