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Ricardo Vieira manda "recado" a Albuquerque: "O CDS não é o Chega"

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
4 de ago. de 2020
1 min de leitura

Atualizado: 9 de ago. de 2020

Ricardo Vieira "lembra" a Miguel Albuquerque que o CDS não é o Chega e que a direita não pode cometer o mesmo erro que criticou a Antonio Costa: justificar nos fins, os meios contranatura.



Ricardo Vieira "lembra" a Miguel Albuquerque que o CDS não é o Chega e que a direita não pode cometer o mesmo erro que criticou a Antonio Costa: justificar nos fins, os meios contranatura.

Ricardo Vieira, advogado, antigo líder do CDS Madeira, não deve ter gostado nada de ler declarações de Miguel Albuquerque, líder do PSD Madeira e presidente do Governo Regional, ao jornal Público, nas quais compara uma aproximação futura do PSD ao Chega de André Ventura à Aliança Democrática, no tempo de Sá Carneiro e quando diziam que o CDS era um partido fascista.

Não gostou Ricardo Vieira nem deve ter gostado uma franja eleitoral, mas também nos órgãos internos, tanto do PSD como do CDS, sobretudo por haver uma coligação ativa de governação regional. O "timming" foi mal escolhido por Rui Rio e Albuquerque. Se calhar, pode ter sido um "tiro no pé'.

Ricardo Vieira, no seu Facebook, como que recorda a Miguel Albuquerque que "o CDS não é o Chega. Não pode ser igual se coligar a um partido democrata-cristão do que a um partido nacionalista e onde abundam ideias que nada tem a ver com a doutrina social cristã.

O CDS nunca foi fascista. Nem sequer em 1979 já depois de ter estado num governo de salvação com o PS.

O espaço político à direita não pode cometer o mesmo erro que criticou a Antonio Costa: justificar nos fins, os meios contranatura..."

 
 
 

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