David Caldeira defende golfe no Faial com investimento privado
- Henrique Correia

- 9 de mai.
- 1 min de leitura
Empresário e gestor diz que o problema dos Governos não é a obra mas a prioridade da obra.

O empresário e gestor David Caldeira defendeu hoje, nas Jornadas Parlamentares do JPP: Pensar o Território: Golfe e Sustentabilidade, que o projetado novo campo de golfe no Faial deve ser feito com investimento privado e não com dinheiros públicos. Uma posição que, desde logo, mereceu aplausos da assistência, sabendo-se ser essa a posição do JPP.
Para David Caldeira, o problema destes investimentos é a falta de correspondência entre investir e a prioridade dos governos sobre onde investir. Diz que o facto de ser investimento privado não invalida o apoio do Governo Regional através de outros mecanismos, como seja, por exemplo, considerar o projeto de interesse turístico, que permite iniciar um processo de expropriações que assenta no interesse público, com a vantagem de ser o privado a assumir os custos.
O gestor aponta para uma aquisição de terrenos superior à dimensão do próprio campo de golfe, precisamente para permitir, ao investidor, um retorno financeiro através de investimentos imobiliários, que no fundo ajudarão a comportar a gestão do campo de golfe.
As Jornadas Parlamentares JPP: Pensar o Território: Golfe e Sustentabilidade têm a moderação de Carlos Pestana e a participação de Miguel de Sousa, David Caldeira, João Guilherme e João Carlos Abreu como painel de oradores convidados para o debate “Pensar o Território: Golfe e Sustentabilidade em Debate”, "uma reflexão em torno da “súbita opção política do Governo Regional do PSD/CDS pela construção desenfreada de novos campos de golfe, utilizando dinheiros públicos para depois os entregar de bandeja aos privados”, refere uma nota do JPP.



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