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Debandada no CDS fragiliza liderança do "Chicão"

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
30 de out. de 2021
1 min de leitura

"As últimas horas de Francisco Rodrigues do Santos são "a maior desqualificação dos militantes do CDS".




O Conselho Nacional do CDS-PP aprovou, este sábado, o adiamento do congresso eletivo do partido, que deveria realizar-se a 27 e 28 de novembro, em Lamego. O adiamento fica para depois das eleições.

Foi esta decisão que levou a uma debandada de militantes, o primeiro dos quais Mesquita Nunes, que criticou a atual liderança. Depois, foi sempre a sair, com desfiliação incluída: António Pires de Lima, Teotónio Pereira, Fernando Condeixa.

Para António Pires de Lima, as últimas horas de Francisco Rodrigues do Santos são "a maior desqualificação dos militantes do CDS". "No passado já divergi de outros presidentes do CDS, mas sempre os respeitei e sempre votei neles, porque eram cumpridas as normas básicas de um partido", apontou em entrevista na SIC Notícias. "O partido bateu no fundo".

 
 
 

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