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  • Henrique Correia

A lambeca de Marcelo, os ajuntamentos do Rali e o lugar reservado para Rita Andrade

Atualizado: 9 de Ago de 2020

Foram dias intensos em que o debate andou por diferentes caminhos. A promoção do Porto Santo, através de Marcelo, o Rali sem grandes proteções e o lugar que está há um ano Rita Andrade, a anterior secretária da Inclusão.




A lambeca e bola de berlim de Marcelo, os ajuntamentos do Rali e o lugar reservado e finalmente quase disponível para Rita Andrade estão no topo do debate informativo. E depois há a Covid-19.

As temperaturas têm andado altas. As reais, que têm a ver com o tempo, mas também as outras que ajudam a "aquecer" todo o caudal informativo, das mais diferentes formas e a surpreender quando menos se espera. Tem sido isso a marcar este querido mês de agosto, particularmente nos últimos dias em que a lambeca e a bola de berlim para Marcelo, no Porto Santo, os ajuntamentos do Rali, que pediram para não acontecer ao mesmo tempo que sabiam que ia acontecer, se juntou à notícia, do JM, dando conta que, finalmente, Rita Andrade, que tinha sido afastada de secretária regional da Inclusão e que estava há um ano à espera de ser colocada, vai ocupar o novo cargo no IASAUDE, para o que houve necessidade de alterar orgânicas e criar uma nova Direção Regional de Saúde para "meter" Herberto Jesus. Mas ainda vai levar tempo, a anterior secretária vai "penar" mais uns meses para acabar com esta "lista de espera", parece que é mesmo uma imagem de marca da Saúde, de ter gente à espera de qualquer coisa. Não se faz.


Rita Andrade ex-secretária da Inclusão, deverá ir para o IASAÚDE.


Se eu fosse Rita Andrade já tinha metido uma cunha a Miguel Gouveia, na Câmara do Funchal, para o Governo mexer os cordelinhos e arranjar um lugar mais depressa, tanta gente já entrou e continua a entrar, e a ex-governante a desesperar.

É verdade que esta coisa de ter um governo com o CDS a "morder os calcanhares" para arranjar lugares para os seus, não ajuda nada, tem sido motivo de queixa por parte de alguns "boys e girls laranja", que aguardam colocação. E não há maneira. Não há lugares que cheguem e até parece que o governo não tem mais nada que faça do que encontrar lugares, abrir direções regionais e criar comissões. Até às próximas eleições dá tempo, mas não dá estabilidade às pessoas, que querem resolver a sua vida.

Por falar em lambeca e bola de berlim para o presidente Marcelo, de ajuntamentos de cá e no Porto Santo, ao sabor dos carros de rali e das selfies presidenciais, bem como de lugares para distribuir na governação, é bom lembrar que vivemos num "mundo novo", felizes mas num "mundo novo", o chamado "mundo Covid". Não parece, mas vivemos.

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