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Encerramento da FrenteMar não passa na Assembleia Municipal

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
16 de nov. de 2020
1 min de leitura

"O bloqueio à dissolução imediata da empresa tem consequências legais imprevisíveis, que terão agora de ser analisadas juridicamente", reage Miguel Gouveia


A Assembleia Municipal do Funchal alterou, esta segunda-feira, a proposta de dissolução da empresa municipal Frente MarFunchal que lhe tinha sido submetida pela CMF, e que tinha como ponto mais importante a salvaguarda dos postos de trabalho dos 115 trabalhadores da empresa, que seriam integrados nos quadros da Câmara.

"A introdução forçada de diversas alterações à proposta, aprovadas pelo PSD e pelo CDS, e ainda pelos deputados Raquel Coelho e Orlando Fernandes, impediram, deste modo, que a dissolução da Frente Mar e a integração de todos os funcionários nos quadros da Autarquia pudesse avançar de imediato, mergulhando a empresa num cenário de incerteza", refere uma nota da Autarquia. O Presidente Miguel Silva Gouveia explicou que, à luz das alterações à proposta da Câmara, "o Executivo procurará fazer o que for possível para proteger os direitos dos trabalhadores nesta fase", mas sublinha que "o bloqueio à dissolução imediata da empresa tem consequências legais imprevisíveis, que terão agora de ser analisadas juridicamente, colocando em risco os postos de trabalho."

 
 
 

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