Enfermeiros dão "murro na mesa" contra o SESARAM
- Henrique Correia

- há 11 horas
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Sindicato prepara reunião de 29 de janeiro e diz que a "paciência tem limites". Dívida aos enfermeiros continua a crescer.

O Sindicato dos Enfermeiros da Madeira veio a público lançar uma voz de revolta contra decisões do Governo e do Serviço Regional de Saúde, desde logo com os profissionais e o serviço sem as devidas compensações. "A dívida do SESARAM para com os enfermeiros continua a crescer e a nossa paciência tem limites", avisa a estrutura sindical.
"A dedicação e o esforço não podem ser pagos com silêncio e atrasos. É tempo de pôr fim as injustiças que persistem e passar das palavras aos atos", refere uma nota publicada pelo SERAM, em preparação da reunião de 29 de janeiro com o SESARAM.
O recrutamento Imediato é uma das reivindicações sindicais. "É inaceitável que, com uma carência transversal de profissionais, o SESARAM mantenha enfermeiros na reserva de recrutamento. Exigimos o reforço das equipas já.
O Sindicato não aceita "o teto arcaico de 25% para postos de especialistas. Lutamos por um procedimento concursal justo que valorize a profissão e a diferenciação técnica".
Em termos de progressões, o Sindicato aponta atrasos de 2021, 2023, 2025, sendo que os valores e o número de profissionais abrangidos estão apurados. Exigimos o pagamento imediato dos valores em atraso!".
O SERAM fala no trabalho em Feriados: É inadmissível que o pagamento atualizado (devido desde janeiro de 2024) ainda não esteja refletido nos pagamentos efetuados.
O Sindicato diz que "não abdica de um único ponto:
◾Exigimos a concretização dos 0,5 pontos do período de
congelamento (2004-2014).
◾Justiça para quem esteve na linha da frente durante a pandemia da COVID-19 em cedência de interesse público.
◾Biénio 2023/2024: Relembramos o acordo para a atribuição
de 4 pontos a todos os enfermeiros. Os acordos são para cumprir!





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