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EUA atacam Venezuela; Maduro detido; Região acompanha situação

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 3 de jan.
  • 1 min de leitura

Ataque terrestre dos Estados Unidos leva pânico à população, entre ela muitos de origem madeirense e luso descendentes.



Eram 02h da madrugada (06h00 na Madeira) quando se ouviram as primeiras explosões em Caracas e logo a seguir o Governo venezuelano denunciou, em comunicado, uma “agressão militar” dos EUA, informação que foi depois confirmada pela cadeia CBS News, Donald Trump terá dado ordem às Forças Armadas para conduzir ataques militares em solo venezuelano", revela uma informação do jornal Eco.

Várias notícias dão conta da detenção do presidente venezuelano Nicolas Maduro e mulher, mas o vice presidente não confirma essa detenção, embora peça prova de vida do presidente. Trump já considerou a operação um sucesso. Foi declarado estado de emergência.

O Presidente da República emitiu um curto comunicado referindo que "está a acompanhar a situação na Venezuela em articulação com o Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros".

Num comunicado emitido há pouco, o presidente do Governo Regional, Miguel Albuquerque, está a acompanhar desde manhã cedo a situação na Venezuela, através de contactos diretos com a comunidade madeirense naquele país.

Logo pelas oito horas o governante fez questão de procurar saber, in loco, o que se estava a passar na Venezuela, manifestando preocupação com os acontecimentos naquele país e, sobretudo, com a comunidade madeirense.

Miguel Albuquerque falou também já com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel.

O presidente do Governo Regional apela à calma e tranquilidade, sublinhando que a Região e Portugal estão a acompanhar a par e passo tudo o que se passa.



 
 
 

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