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Fim das moratórias terá o "efeito precipício", avisa Faria de Oliveira

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
17 de mar. de 2021
1 min de leitura

Fim das moratórias bancárias, em março, vai levar o caos a muitas empresas e a muitas famílias. Paulo Macedo, da CGD, fala em "tsunami de crédito malparado



Depois de Paulo Macedo, responsável da Caixa Geral de Depósitos, foi a vez do presidente da Associação Portuguesa de Bancos, Faria de Oliveira, que alerta para o fim das moratórias, em março, e para o perigo do que chamou "efeito precipício", dizendo claramente que se não houver uma intervenção, há empresas que poderiam ser viáveis e que vão fechar, o mesmo acontecendo com a falência de particulares, que no entanto, deverão dirigir-se às instituições para as diferentes opções de renegociação da dívida.

Já Paulo Macedo, antigo ministro e atual administrador da CGD, tinha avisado para este problema para existência do que considerou um "tsunami de crédito malparado com o fim das moratórias bancárias, se não houver uma intervenção no sentido de resolver a situação. O fim de março é já daqui a duas semanas.

 
 
 

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