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Fim do teto (PSD-M aprovou) é prejudicial para Eduardo Jesus

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 35 minutos
  • 2 min de leitura


Secretário do Turismo contra medida das alterações ao Subsídio de Mobilidade. O deputado socialista Carlos Pereira reage: "O que deu na cabeça deste governante? Está contra a decisão do seu partido? Está contra si próprio?"



O secretário regional do Turismo, Ambiente e Cultura, que tem a tutela dos transportes, disse hoje, ao Diário, que o fim do teto máximo no Subsídio de Mobilidade Aérea "seria prejudicial para a Madeira". A medida que propõe fim desse teto, até agora de 400 euros na Madeira e 500 euros no Porto Santo, consta das alterações aprovadas recentemente na Comissão de Infraestruturas, Mobilidade e Habitação da Assembleia a República, em propostas do CHEGA e do PS, merecendo a aprovação da deputada do PSD-M, Vânia Jesus, a única representante madeirense com assento na comissão. Um voto do partido que suporta o Governo Regional, mas agora contestado pelo governante do mesmo Executivo.

Eduardo Jesus diz que o fim do teto máximo vai provocar, além da perda de lugares para a Região, o aumento dos preços.

"Estas alterações poderão conduzir a uma escalada de preços. Embora os madeirenses e restantes portugueses pudessem não sentir diretamente esse aumento — pagando apenas o valor líquido — a Região perderia competitividade junto dos mercados externos. O impacto no turismo seria significativo e poderia comprometer a atual trajetória económica da Madeira", revelou ao matutino.

Esta posição de Eduardo Jesus já motivou reação do deputado madeirense Carlos Pereira, do PS, eleito por Setúbal, considerando que "a bagunça e desnorte do PSD M ultrapassou os limites do aceitável : os deputados do PSD M votaram a favor do fim dos tetos máximos !!!!! Estas declarações são uma vergonha e uma ofensa aos madeirenses . O que deu na cabeça deste governante? Está contra a decisão do seu partido? Está contra si próprio? Uma maluqueira impensável".

Entretanto, hoje, o PSD-M revelou que na votação em sede de especialidade, as iniciativas dos Parlamentos Regionais foram castigadas e prejudicadas pela coligação do Partido Socialista e do Chega.

"Desde o primeiro momento, os Deputados do PSD eleitos pela Madeira defenderam que era imperativo corrigir no modelo do SSM, nomeadamente, a redução do teto máximo nas viagens “one-way” e a eliminação da exigência de inexistência de dívidas fiscais ou contributivas como condição de acesso a um direito fundamental de mobilidade, e evoluir para um modelo em que o residente paga apenas o valor líquido das viagens".

 
 
 

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