Governo lembra a Carlos Pereira que é a Região quem paga o helicóptero

"A partir do ano 2022, o helicóptero, multi-mission, será uma realidade para todo o ano".

Carlos Pereira, o cabeça de lista do PS-M à Assembleia da República, para as eleições de 30 de janeiro, disse numa ação de pré campanha que "os meios aéreos no combate aos incêndios na Região são uma realidade graças ao Partido Socialista". O Governo Regional, que é de outras "cores" políticas, do PSD/CDS e que paga esse meio disponível, não gostou de ouvir o candidato "esticar" a "corda" para a República, que neste particular dá zero.
A secretaria regional da Saúde emitiu hoje uma nota onde relembra que "a existência do meio aéreo de combate a incêndios florestais na Região Autónoma da Madeira é uma conquista do Governo Regional e dos madeirenses. Desde o ano de 2019, o Serviço Regional de Proteção Civil assegurou a permanência do meio aéreo no âmbito do POCIF, Plano Operacional de Combate a Incêndios Florestais, anualmente".
A nota acrescenta que "a partir do ano 2022, o helicóptero, multi-mission, será uma realidade para todo o ano, e irá permitir assegurar, uma resposta integrada, eficaz ao nível da proteção de pessoas e seus bens.
Desde o ano de 2019, a permanência do meio aéreo de combate a incêndios florestais e resgate e salvamento em terra tem sido um investimento realizado pelo Governo Regional, sem qualquer tipo de ajuda do Governo da República. Importa recordar que os Orçamentos de Estado de 2019, 2020 e 2021 mencionaram, que o Estado assumiria aos custos do meio aéreo, mas tal não passou de uma promessa não cumprida".
"O meio aéreo, multi-mission de combate a incêndios florestais e resgate e salvamento em terra, é atualmente uma realidade na Região Autónoma da Madeira, mas é resultado direto do investimento do Governo Regional e do Serviço Regional de Proteção Civil".



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