Governo parado com o Plano de Contingência do Aeroporto

A acusação é de Élvio Sousa, do JPP, que defende a continuidade das negociações com a União Europeia, com o Governo da República e com a Vinci com vista a concretizar um efetivo Plano.

O partido Juntos Pelo Povo veio a público criticar o Governo Regional pelo incumprimento da implementação do plano de contingência no Aeroporto. Ecausa está o artigo do Orçamento da Região de 2021, por proposta do JPP, que se manteve este ano, 2022, que exorta o Governo Regional da Madeira a dar continuidade às negociações com a União Europeia, com o Governo da República e com a Vinci com vista a concretizar um efetivo Plano de Contingência do Aeroporto Internacional da Madeira. Situação que, “até agora, não teve nenhum sentido prático”, referiu Élvio Sousa, porta-voz da iniciativa do JPP que decorreu, esta manhã, em Santa Cruz.
Refere o líder parlamentar que o Governo Regional da Madeira ignora “também, um decreto legislativo regional por si proposto, o PDES – Plano de Desenvolvimento Económico e Social da Região -2030, que aponta uma solução com vista à execução do Plano de Contingência.
“Em alternativa ao encerramento temporário do aeroporto da Madeira, o PDES refere uma ligação em ferry rápido entre o Porto Santo e a Madeira, com desembarque no Caniçal, mas, pelos vistos, tal não passa do papel”. reforçou.
“Aprovado há dois anos, questiona-se por que razão o Governo não avançou com as negociações, com essa proposta? Por que razão não cumpre Miguel Albuquerque com dois preceitos de duas “leis”, de dois decretos legislativos regionais? Está preso aos lóbis?”, questionou o deputado.



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