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  • Henrique Correia

Governo permite circular de 23 a 26 de dezembro e 1 de janeiro; no resto, medidas apertadas

A 24 e 25, a proibição de circulação na via pública só a partir das 2 da manhã. No dia 26 de dezembro, circulação permitida até às 23 horas. Objetivo de António Costa é baixar infetados até ao Natal. Primeiro ministro pede atenção a jeneiro e fevereiro, considerados meses de risco.



O primeiro ministro António Costa anunciou hoje, no âmbito da renovação do "estado de emergência", que se prolongará até 7 de janeiro, que, apesar da redução do número de novos infetados, continuamos com um número elevado de mortos e internamentos devido á Covid-19, sendo necessário manter as medidas de restrição, adotadas mediante as diferenças de quadros episemiológicos. Há 27 concelhos que já entraram em risco moderado.

Costa anuncia como regra, para os próximos 15 dias, com os dois próximos fins de semana a serem iguais aos anteriores, com recolher a partir das 13 horas de sábado. Para este mês prolongam-se as medidas, menor restrição a 24, 25 de dezembro e 1 de janeiro, "para chegarmos ao Natal com o menor número possível de infetados". Depois do dia 1 de janeiro, mantêm-se as restrições, atendendo a que janeiro e fevereiro são meses de elevado risco, devido ao frio.

Circulação viabilizada entre concelhos entre 23 e 26 de dezembro. A 24 e 25, a proibição de circulação na via pública só a partir das 2 da manhã. No dia 26 de dezembro, circulação permitida até às 23 horas. O horário da restauração, permite funcionar aos almoços de 24 e 25 de dezembro e no dia 26 podem servir almoços até às 15.

Na noite da passagem de ano, é proibido circular na via pública a partir das 2 horas do dia 1 de janeiro. A restauração, a 31 de dezembro, funcionará até à 1 da manhã. A 1 de janeiro, podem servir almoços até às 15 horas.

Nada de festas na via pública e ajuntamentos fixamos num máximo de 6 pessoas.

Recorde-se que estas medidas resultam do novo "estado de emergência", de 15 dias, sendo que Marcelo já deu "luz verde"para novo prolongamento até 7 de janeiro.

António Costa pede aos portugueses o maior cuidado para que o Natal seja de partilha, menos do vírus.

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