Há flores, há vinho, não há máscaras

A Festa começa hoje mas é preciso insistir na proteção



Em vinte, quinze andam sem máscara. Dois usam e outros dois andam com ela ao queixo. Não há base rigorosa nesta avaliação, é mais ou menos, não deve andar muito longe, vê-se a cada dia que passa. E hoje, dia em que há flores e vinho em festa pela cidade, a falta que se nota é mesmo das máscaras. Turistas muito menos. Há menos, normal, mas sem proteção. Nao sei mesmo se, por este andar, não iremos precisar da "sorte louca" do Porto Santo.
Mas a Festa da Flor e do Vinho está bonita, juntas pela primeira vez, há esse pouco turismo, já se esperava que assim fosse, mas o que há já anda pela cidade, tira fotos, vê os tapetes, aproveita para ver o que é a dita terra das flores em período de pandemia. Tudo o que se faz tem condicionalismos e isso tem reflexos. Em cima, na Placa Central, a flor manda sem álcool. Em baixo, na Praça do Povo, não há volta a dar, é o vinho e o vinho mete álcool. Há provas e animação. Tudo na medida do possível e o programa, já divulgado, está feito para evitar ajuntamentos. O problema é mesmo se as máscaras ficam pelo queixo. O calor, a festa e a descompressao podem ser inimigos.
Não se sabe muito bem o que fazer para sensibilizar. Sabe-se que há muita gente que não tem a proteção básica e isso, a médio prazo, pode trazer problemas.
Enquanto logo se vê, vai uma flor e um copo de vinho. Com um brinde à sorte...










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