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IL, PAN e CHEGA garantiram colaborar na estabilidade com Albuquerque

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • 28 de mai. de 2024
  • 2 min de leitura

Quanto à solução PS/JPP: como é que o JPP, que saiu por cima nas eleições, "embarcou" numa estratégia destas sem ponderar e assegurar apoios antes?



Se existiam dúvidas sobre as soluções de Governo, as audiências dos partidos com Ireneu Barreto foram esclarecedoras no sentido de permitir ao Representante da República indicar Miguel Albuquerque para formar Governo. A indigitação foi hoje, mas amanhã, quarta-feira, há a audiência para Ireneu ver o acordo PSD/CDS passado a escrito. Segunda-feira, 3 de junho, o presidente indigitado vai ao Palácio dar a conhecer a composição do Governo.

Ireneu avaliou este acordo de incidência parlamentar, mas reuniu outra informação que reputou como importante para a decisão, que foi, como disse, a disponibilidade do CHEGA, da Iniciativa Liberal e do PAN para colaborarem na aprovação do Progama de Governo e na estabilidade governativa, um dado que parecia impossível de acontecer, uma convergência com a liderança de Miguel Albuquerque.

O líder do PSD levava a garantia do CDS para um acordo de incidência parlamentar, assegurando que José Manuel Rodrigues será de novo presidente da Assembleia. Nada de novo, já tinha acontecido, dando razão a quem defendia que votar CDS era votar Albuquerque. Na prática, foi assim. E razão tinha Albuquerque quando numa entrevista à RTP olhou para José Manuel Rodrigues, então crítico do Governo, para dizer "isso é agora". Rodrigues respondeu na altura "olhe que não, olhe que não". Um não que foi sim.

Quanto à solução do PS e do JPP, que Ireneu disse não ter qualquer hipótese, parece que não tinha já na conferência de imprensa. E a questão que se põe é como é que o JPP, que saiu por cima nas eleições, "embarcou" numa estratégia destas sem ponderar e assegurar apoios? Tinha mais a perder do que o PS, pelo que esta falha de pensamento rigoroso ou "risco de audácia" leva-o a ter um "tropeção" de "adolescente" nestas andanças de crescimento.

Quanto ao IL, CHEGA e PAN, com estas declarações do Representante em função da leitura sobre as promessas feitas por Nuno Morna, Miguel Castro e Mónica Freitas, ficam com a responsabilidade pública de não criar problemas à governação minoritára de Miguel Albuquerque.

A política, na Madeira, segue para um novo ciclo.

 
 
 

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