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Ireneu foi aos 100 anos do Farol da Ponta do Pargo relevar méritos da Marinha

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
5 de jun. de 2022
1 min de leitura

"No tempo da “economia do mar”, e na plena assunção do destino atlântico de Portugal, é preciso reconhecer que sem soberania não há pleno aproveitamento dos recursos marítimos".



Fotos Gilberto Garrido (Facebook).


O almirante Gouveia e Melo esteve presente nas comemorações.


O Representante da República para a Madeira foi aos 100 anos do Farol da Ponta do Pargo, na presença do Chefe de Estado Maior da Armada, Gouveia e Melo, relevar o papel das Forças Armadas na nossa comunidade.

Ireneu Barreto diz que sempre considerou que "as Forças Armadas são credoras da maior gratidão e respeito da nossa Comunidade, e é inequívoco que a Marinha ocupa um lugar particular na História e no coração de todos nós.

Fruto da nossa natureza insular, ultraperiférica e arquipelágica, foi a Marinha Portuguesa quem assegurou, ao longo dos anos e em todas as circunstâncias, a defesa destas ilhas, a sua ligação com o Mundo e a comunicação entre os vários espaços insulares que integram a Região Autónoma, e é a Marinha que continua hoje a ajudar a garantir a soberania nacional sobre todo o nosso território, a segurança nos nossos mares e o auxílio às embarcações que cruzam as nossas águas".

Ireneu diz que "o futuro trará, é hoje claro, ainda mais responsabilidades à nossa Marinha. Na preservação do meio marinho. No combate à poluição.

Na proteção do património cultural subaquático.

No tempo da “economia do mar”, e na plena assunção do destino atlântico de Portugal, é preciso reconhecer que sem soberania não há pleno aproveitamento dos recursos marítimos".



 
 
 

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