Jardim avisa PSD para não voltar a Passos Coelho
"Se a Direita situacionista,orçamentalista e anti-social voltasse a ocupar o PSD, como em 2010, haveria que avançar com uma Frente para uma Nova República.


O antigo líder do PSD Madeira, Alberto João Jardim, vem alertando para o futuro do partido a nível nacional e para os perigos de "ocupação" da máquina social democrata de tão má memória para Jardim, que nunca perdoou o combate político que lhe foi movido internamente com a força partidária nacional.
Esta quarta-feira, Jardim voltou à carga na sua página do Facebook para reafirmar: "Se a Direita situacionista,orçamentalista e anti-social voltasse a ocupar o PSD, como em 2010, haveria que avançar com uma Frente para uma Nova República (FNR) anti-Sistema Político e pela Regionalização dePortugal Continental".
Porquê 2010? Simples. O ano de 2010 está ligado ao início da liderança de Pedro Passos Coelho, presidente do partido entre 2010 e 2018 e primeiro-ministro entre 2011 e 2015.
Nunca foram pacíficas as relações entre Jardim e Passos Coelho, que sempre teve uma linha de orientação político partidária muito mais próxima de Miguel Albuquerque do que de Jardim, agudizando-se essa crispação aquando da transição interna na liderança do PSD-M, que conduziu Albuquerque ao poder num contexto histórico de grande tensão interna.



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