Jardim direto "responde" a Albuquerque: "Passos Coelho prejudicou a Madeira"

"PSD/M fez resultado fraco nas autárquicas de 2013, embora o mais votado, sobretudo devido à “estratégia” vergonhosa dos “renovadinhos”, pró-Oposição. No Congresso PSD/M de 2015, Passos Coelho não teve uma única palavra para quem cofundou o Partido e serviu Portugal 40 anos, cá e no estrangeiro. Revela “caráter”.

O ex-presidente do Governo Regional, Alberto João Jardim, fez hoje uma publicação, no Facebook, onde "arrasa" o antigo primeiro-ministro do seu partido, o PSD, Pedro Passos Coelho, um nome que nos últimos tempos tem sido recordado pelo líder do Chega, mas também por Miguel Albuquerque, o atual presidente do Governo Madeirense e líder do PSD-M, que numa entrevista recente, ao DN Lisboa, disse que "o país deve um serviço inestimável a Passos Coelho como primeiro-ministro e ao seu governo", além de dizer que Passos ainda assusta a esquerda".
Pois bem, hoje, Jardim "tira o casaco" e diz tudo o que lhe vai na alma, escreve que "Passos Coelho foi dos piores Primeiros Ministros. Genocídio social no País. Prejudicou a Madeira para impor cá, PSD, quem lhe (+...?) convinha. Derrotado ao tentar retirar-me a maioria absoluta em 2015".
Jardim acrescenta que "Passos Coelho não arrasou a Zona Franca porque Cavaco Silva interveio em Bruxelas. Rebentou o PSD nacional, até hoje sem recuperar, com Governo socialmente desastroso, orientado pelo capitalismo selvagem internacional".
Para o PSD Madeira, o ex-líder tem uma reação forte: "PSD/Madeira fez resultado fraco nas autárquicas em 2013, embora o mais votado, sobretudo devido à “estratégia” vergonhosa dos “renovadinhos”, pró-Oposição. Saí em 2015, julgado ainda com maioria absoluta. E agora?..."
Jardim diz, ainda, que "não se pode tirar o Mérito aos Autarcas do PSD que ganham eleições, dizendo os Seus resultados serem consequência da governação regional. Se fosse assim...então...?
E mais: "No Congresso PSD/Madeira de 2015, Passos Coelho não teve uma única palavra para quem cofundou o Partido e serviu Portugal 40 anos, cá e no estrangeiro. Revela “caráter”.



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