Jardim diz que Marcelo "ressuscitou" Passos e a linha que está a enterrar o PSD

Antigo presidente do Governo acrescenta: "Ou não leu “O inimigo invisível”(Rute Coelho) e “O fim dos segredos” (Catarina Guerreiro)". Estes livros abordam a Maçonaria e a influência nos partidos.

Um dos livros que Jardim menciona que Marcelo não deve ter lido para tanto elogio a Passos Coelho.
Alberto João Jardim não gostou das declarações do Presidente da República sobre o antigo primeiro-ministro Passos Coelho. Foi em Amarante, nas comemorações do centenário de Agustina Bessa Luís, com o próprio Passos Coelho a ouvir: "O país ainda "deve esperar muito do contributo" do antigo primeiro-ministro Pedro Passos Coelho. Sendo tão novo, o país pode esperar, deve esperar muito ainda do seu contributo no futuro, não tenho dúvidas”.
“O país deve, num período muito difícil de crise na troika, ao primeiro-ministro Passos Coelho, uma resistência, que ainda há dois dias pude ouvir ser elogiada pela boca da então chanceler Angel Merkel", disse Marcelo, como refere uma publicação da CNN Portugal.
Hoje, no Facebook, Jardim escreve, com uma "picada" à atual liderança social democrata: "O que se passa com Marcelo não me surpreende. Agora “ressuscita” Passos Coelho, numa linha que está a enterrar o PSD.
Ou não leu “O inimigo invisível”(Rute Coelho) e “O fim dos segredos” (Catarina Guerreiro)".
Só para se perceber até onde vão as farpas de Jardim, é bom referir que o livro "O Inimigo Invisível" versa o tema da Maçonaria
e a influência nos partidos políticos. O outro livro que Jardim indica como exemplo que Marcelo nunca deve ter lido, é "O fim dos segredos", abordando a Opus Dei e Maçonaria. Durante três anos, a jornalista Catarina Guerreiro pesquisou e entrevistou dezenas de membros e ex-membros destas sociedades secretas.



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