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Jardim quer legislar "ofertas" e recusa Parlamento numa "feira para comprar votos"

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
3 de nov. de 2020
1 min de leitura

O ex-presidente do Governo Regional diz que "as múltiplas “ofertas” com o dinheiro dos contribuintes" devem ser "só para quem e quando precisa"


Alberto João Jardim, atigo presidente do Governo Regional e do PSD Madeira, mantém-se ativo nas chamadas redes sociais, cenário que tem vindo a escolher para enviar "mensagens" tanto de caráter governamental, como partidário. Hoje, foi para a Assembleia Regional, liderada por José Manuel Rodrigues, que como se sabe assumiu o cargo no âmbito da negociação tendo em vista a coligação governamental PSD/CDS.

Jardim está atento ao que diz serem "ofertas" do Parlamento, certamente referindo-se aos apoios que o atual presidente tem vindo a atribuir, no âmbito de uma nova forma de gestão da imagem e da função da Assembleia, muito diferente dos seus antecessores, para quem o Parlamento, principal orgão de poder da Região, funcionava no seu todo sem ir ao terreno. Agora, é diferente, José Manuel Rodrigues tem praticamente uma agenda própria na forma como comunica com o exterior e fomenta a aproximação da sociedade à Assembleia.

Escreve Jardim que "o Parlamento da Madeira deve legislar uma monitorização de controle, para que as múltiplas “ofertas” com o dinheiro dos contribuintes sejam só para quem e quando precisa". E por uma razão, avisa o ex-presidente do Governo: "Senão, será uma feira de comprar votos!..."

 
 
 

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