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  • Henrique Correia

JPP denunciou aumento repentino de terreno e perito diz que foi induzido em erro



Élvio Sousa: "Registo o bloqueio das Finanças Regionais em resolver, já numa primeira fase, o problema. Foi preciso recorrer à Inspeção Geral das Finanças. Tudo "bons rapazes"!





Deliberação da Inspeção Regional de Finanças publicada no Facebook de Élvio Sousa.


O lider parlamentar do Juntos Pelo Povo fez publicar no Diário o resultado de uma denúncia do partido, à Inspeção Geral de Finanças, encaminhada para a Inspeção Regional, sobre o que considerou como "negociatas com terrenos, que envolve uma rede de favores em cadeia entre instituições públicas e privadas". A denúncia é feita no âmbito de irregularidades relativamente ao PRODERAM, aquisição de terrenos. O terreno, na Ponta do Pargo, passou, após reclamação, de 1280 metros quadrados para 33.000, em processo a decorrer no serviço de Finanças da Calheta. Após o alerta,o perito alega ter sido induzido em erro na localização e identificação do prédio em causa, pelo que voltou tudo ao início, ou seja aos 1280 metros quadrados.

Já hoje, no Facebook, Élvio Sousa reage dizendo que "aqui está uma nova verdade, e validada por ação da Inspeção Geral das Finanças e com um recuo notório e desconfortável para as finanças regionais...O pedido de auditoria solicitado pelo JPP fez recuar as Finanças Regionais, confirmando-se que o aumento de 2478% da área inicial do prédio, na Ponta do Pargo, não corresponde à realidade. Foi tudo uma jogada para sacar património...

Registo o bloqueio das Finanças Regionais em resolver, já numa primeira fase, o problema. Foi preciso recorrer à Inspeção Geral das Finanças. Tudo "bons rapazes"!


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