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JPP reafirma críticas à obra no Forte do Ilhéu e pergunta: onde está o guindaste?

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
16 de nov. de 2021
1 min de leitura

Partido diz tratar-se de "um trabalho de duvidosa qualidade e amador".



Uma nota do partido Juntos Pelo Povo (JPP), abordando a intervenção no Forte Nossa Senhora da Conceição, mais conhecido por Forte do Ilhéu (século XVII), no Funchal, e "em resposta à Administração dos Portos da Madeira, que considerou perfeitamente normal o banho artificial de um “creme branco”, a lembrar um “bolo de noiva” sobre a cantaria histórica de um monumento", critica essa intervenção e questiona uma outra sobre o paradeiro do guindaste oitocentista, um outro equipamento de memória singular do património industrial do Funchal, que existia na esplanada do Forte.

O JPP sublinha que "a intervenção não se limitou à colocação de uma argamassa semiescura nas juntas do aparelho pétreo do Forte, mas também por um barramento quase total das cantarias, e uma plantação de camadas artificiais sobre as muralhas na base do imóvel.

Prossegue o partido: Cremos que até os técnicos credenciados nesta matéria de recuperação do património arquitetónico estão altamente desiludidos com o “abonecamento” do imóvel, um trabalho de duvidosa qualidade e amador, que contrasta, por exemplo, com a recente recuperação do pano de muralhas do Cais da Ponta do Sol. Apontando outro exemplo, aponta-se a excelente recuperação do aparelho de pedra do classificado Aqueduto de Machico, uma obra supervisionada pelo experiente arquiteto Victor Mestre".

 
 
 

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