JSD-M faz "aviso": "Há uma nova geração preparada para assumir desafios"

"Quando a JSD é integrada, sem através da sua ação se procurarem ruídos, a juventude mobiliza-se, galvaniza-se e contribui de forma decisiva para os resultados eleitorais".

A JSD-M dá liberdade de voto para as diretas nacionais entre Rui Rio e Paulo Rangel.
A JSD Madeira não quer fazer figura "decorativa" na vida do PSD. Quer participar e garantir, aos "seniores", que ali está o futuro e é preciso contar com o futuro. Foi uma das marcas do Conselho Regional realizado no Funchal.
Bruno Melim, como se sabe, é o líder da estrutura jovem e na sua página do Facebook fez uma curta pública, curta mas curiosa, uma espécie de "recado": "Há uma nova geração preparada para assumir os desafios dos tempos atuais. Tem sido um enorme prazer liderar esta estrutura".
Já na página do PSD-M, o texto foi mais longo, deixou alguns dos pontos chave deste Conselho Regional, desde logo a liberdade de voto, aos militantes, para as diretas nacionais de 27 de novembro, onde Rui Rio, atual líder, e Paulo Rangel, lutam pela liderança que a 30 de janeiro já vai a votos nas legislativas nacionais antecipadas.
No Conselho Regional, a JSD-M definiu prioridades para o futuro: "Incremento da formação política dos jovens quadros da organização juvenil através de ações descentralizadas relacionadas com a Autonomia e poder local, a intensificação da envolvência no meio associativo, a liberdade de voto a todos os militantes, deliberada em Conselho Regional, para as eleições diretas para a liderança do nacional do PSD e propostas políticas com impacto nos mais jovens, nomeadamente, redução da carga fiscal, fomento de natalidade e majoração das verbas para a UMa, entre outras".
Mas em matéria de "recados" de afirmação da "jota" social democrata madeirense, Bruno Melim tem uma declaração para dentro, sem referir essa intenção nem tão pouco o(s) destinatário(s) específico(s):
"A campanha no Funchal foi um exemplo de que quando a JSD é integrada, sem através da sua ação se procurarem ruídos, a juventude mobiliza-se, galvaniza-se e contribui de forma decisiva para os resultados eleitorais”. Se foi "recado", está dado.
Segundo texto publicado pelo gabinete de comunicação do partido, é referência o facto de ter havido a opinião unânime dos Conselheiros Regionais da JSD Madeira, pela "necessidade da estrutura nacional do Partido apresentar uma alternativa à geringonça instalada, credível aos olhos dos portugueses, liderada pelo PSD, com um projeto político para o país que englobe verdadeiramente as suas Regiões como parte de um todo nacional e, não apenas, como território insular".
Nesse aspeto, algumas das medidas avançadas pela JSD/Madeira destacaram a necessidade de existirem “respostas efetivas à redução da carga fiscal sobre as famílias e empresas, com diferenciação fiscal para as Regiões Autónomas e para os territórios de baixa densidade populacional e, ainda, sobre os mais jovens, uma política que fomente a natalidade e a renovação das gerações.”
O Conselho Regional da JSD/Madeira deu, ainda, posse à mesa e direção dos jovens autarcas sociais-democratas que tem como missão o acompanhamento dos autarcas eleitos pela JSD/Madeira nos 11 municípios, à estrutura dos Estudantes Social-Democratas da JSD Madeira cujo objeto passa pela auscultação, inclusão e contacto com os estudantes e as estruturas estudantis dos diversos estabelecimentos de Ensino da Região e nomeou os 15 elementos que integrarão o Conselho Regional do PSD Madeira, em representação da JSD/Madeira.
A lista, que foi encabeçada pelo Presidente da Mesa do Congresso da JSD/Madeira, Pedro Ortelá, foi aprovada por unanimidade.



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