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  • Foto do escritorHenrique Correia

LIDL tem dois processos de licenciamentos concretizados na Madeira

Atualizado: 26 de jun.




CMF esclarece: "O investimento no Largo Severiano Ferraz está sujeito a nova apreciação, assim que a empresa acomode no projeto as alterações sugeridas".



A Câmara Municipal do Funchal reitera que o processo do LIDL corre os seus trâmites normais. A cadeia alemã tem já 2 processos de licenciamento concluídos (Poço Barral e junto à Rotunda da Assicom), os quais podem iniciar de imediato.

Esta reação surge depois do JPP ter vindo a público dizer que "o bloqueio constante tem impedido introduzir mais concorrência entre as grandes cadeias de supermercado e, dessa maneira, reduzir o custo de vida das famílias. “O JPP jamais deixará a Câmara do Funchal bloquear a abertura das quatro lojas da cadeia LIDL, no Funchal”.

Segundo a CMF "o investimento no Largo Severiano Ferraz está sujeito a nova apreciação, assim que a empresa acomode no projeto as alterações sugeridas, nomeadamente ao nível da preservação do património edificado (a CMF não permitirá a demolição dos prédios históricos ali existentes), e reformule a logística operacional do funcionamento da superfície comercial, de forma a não criar mais entraves ao trânsito que se verifica naquele local, principalmente em horas de ponta.

Quanto ao projeto da Rua Dr. Pita, está condicionado a uma suspensão do PDM ou à sua respetiva alteração, uma vez que a área comercial de implantação pretendida excede o que é legalmente permitido.

A pergunta que se coloca à JPP é simples: querem que a Câmara do Funchal aprove projetos que não estão de acordo com a lei?

A Câmara do Funchal reitera, uma vez mais, o bom relacionamento com o LIDL e remete mais considerações ao “teatrinho” da JPP para o comunicado da cadeia alemã, enviado em janeiro deste ano, que ressalva que a empresa tem tido “todo o apoio necessário por parte das Autoridades Locais”, assim como que “… se encontra a reorganizar o seu plano de expansão para a Região Autónoma da Madeira, na sequência do contexto económico e financeiro, nacional e internacional, vivido atualmente, sem qualquer motivação política”.

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