Marcelo quer "estado de emergência limitado" e coloca Madeira à parte da gravidade

Presidente da República lembrou que a evolução nas ilhas deveu-se às autiridades locais e à condição insular

O Presidente da República relevou hoje
a ação da Madeira e dos Açores no contexto da Covid-19. Colocou as ilhas à parte, onde "houve evolução por mérito das autoridades locais, mas pela sua condição insular, que nunca determinou a gravidade verificada no continente".
Marcelo Rebelo de Sousa, que hoje
recebeu o primeiro-ministro António Costa, que foi a Belém pedir o estado de emergência, e os partidos, admitiu, em entrevista à RTP, decretar esse "estado de emergência" mas põe de lado o confinamento. Será um "estado de emergência" diferente do anterior, muito limitado, com efeitos preventivos e não longo no tempo.
Marcelo ainda vai ouvir os parceiros sociais nos próximos dias. Mas o "estado de emergência é quase certo, com o apoio dexdous terços do Parlamento"
Marcelo reconhece que houve atrasos na intervenção à doença e diz que os indicadores apontam para uma duplicação de infetados daqui a 15 dias, o que a confirmar-se seriam 9 mil.



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