Morreu o Cónego Damasceno

Foi pároco da Sé. Tinha 98 anos e em 2020 assinalou, na Catedral, os 75 anos de ordenação.

A Diocese do Funchal anunciou hoje o falecimento do Cónego António Damasceno, uma figura incontornável da Igreja Madeirense e pároco da Sé durante três décadas.
"Que o Senhor nosso Bom Deus o receba na Glória eterna e conforte toda a sua família. Damos graças a Deus pelo seu ministério sacerdotal ao serviço da Igreja", escreve a Diocese numa nota publicada na página do Facebook.
O Cónego Damasceno tinha 98 anos, completaria 99 em 16 de julho. Assinalou em 2020 os 75 da ordenação sacerdotal com uma missa na Sé.
"Foi padre no Jardim do Mar, embora inicialmente tenha sido nomeado para o Caniçal, onde não chegou a exercer. Em 1958, D. Teodósio chama-o para Lourenço Marques, em Moçambique, onde foi Reitor do Seminário S. Pio X. Em 1963 foi nomeado cónego de Lourenço Marques.
Em 1967 regressa à ilha e é nomeado cónego da Sé acumulando a função com a de Pároco. O jubilado cónego, que esteve três décadas à frente da Sé, viveu um dos momentos históricos da Igreja madeirense: a visita do Papa João Paulo II a 12 de Maio de 1991", pode ler-se no jornal da Madeira, órgão da Diocese, numa reportagem publicada o ano passado.
Os pais eram do Porto da Cruz, mas o pequeno António Damasceno Sousa já nasceu em São Pedro, a 27 de março de 1922. Tinha cinco irmãos



Comentários