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  • Henrique Correia

Natal na baixa com a "timidez" em alta


Há riscos, há responsabilidade, pelo menos deve haver, há cuidados acrescidos, há tudo isso. Mas há Natal...


Faltam turistas e os locais andam retraídos


A Placa Central do novo normal

As barraquinhas, este ano, fecham às 20 horas

O presidente da Assembleia foi esta manhã ver o presépio

Espaços das atuações musicais, respeitando as regras de segurança, e a tradicional lapinha no Largo da Restauração


Um sábado de manhã, na baixa do Funchal, no Natal e em pandemia. Não há paralelo, não podemos comparar a normalidade com o novo normal. Diferente, mas as tradições lá estão, todas, por uma baixa, do Funchal, que este ano tem a "timidez" em alta por culpa da pandemia. Normal, a segurança acima de tudo.

Um grupo folclórico atuava num espaço seguro, tudo devidamente sinalizado, umas barraquinhas já abertas, algumas fechadas, devem abrir mais tarde, embora o horário de fecho esteja para as 20 horas, cedo para a normalidade, demasiado cedo para o negócio, porque um dos fascínio do Natal na Placa era mesmo o cair da noite, o brilho, as luzes e o cumprimento, efusivo por regra, do "Feliz Natal", o abraço mais ou menos apertado ou um aperto de mão mais ou menos medido pela emoção que o momento oferecesse.

Outros tempos de uma adaptação forçada. Viver este Natal também é assim. Faltam turistas, a melhoria pode ocorrer com o aproximar das festas, com o regresso dos estudantes, dos emigrantes, de todos os que podem vir para a "Festa". Há riscos, há responsabilidade, pelo menos deve haver, há cuidados acrescidos, há tudo isso.

Mas há Natal...

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