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No geral as pessoas não sabem qual é a estirpe através dos testes PCR

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
27 de dez. de 2020
1 min de leitura


Os infetados deverão ficar isolados numa unidade especial para o efeito, uma vez que o isolamento em casa representa sempre riscos acrescidos


A endocrinologista Sílvia Saraiva, especialista comentadora da, CMTV, diz que será uma questão de pouco tempo até que a variante do vírus da Covid-19 já detetada na Madeira, proveniente do Reino Unido, seja apurada no continente. Diz que é impossível detetar a variante durante os testes normais de PCR, sendo necessários exames adicionais, na sequência de dúvidas que possam ocorrer num determinado caso.

Como esse exame adicional depende da dúvida, é natural que possam existir mais casos dessa variante mas que não são detetados pelos testes à chegada ao aeroporto.

Silvia Saraiva diz que, neste caso, os infetados deverão ficar isolados numa unidade especial para o efeito, uma vez que o isolamento em casa representa sempre riscos acrescidos, ou no momento de ir à casa de banho ou na passagem da alimentação para o quarto ou através de outros contactos. Alem disso, é preciso atenção ao transporte dessas pessoas para quarentena para que não contagiem mais pessoas.

Recorde-se que o Governo Regional deu hoje conta que na sequência da análise genética pedida pela Direção Regional de Saúde ao Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge a uma amostra de alguns casos positivos detetados na RAM, foi confirmada a presença da nova estirpe do vírus do Reino Unido na Madeira.

A nova estirpe do SARS – CoV-2 foi detetada em três viajantes que chegaram à Madeira provenientes do Reino Unido.

 
 
 

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