"O PS deve ter memória e bem presente a sua história", diz Bernardo Trindade à saída

"Fica deste mandato a eleição da Sara Cerdas, a eleição do Carlos Pereira, Olavo Câmara e da Marta Freitas. E a eleição dos 19 deputados na Assembleia"

"Para quem começa o desejo de felicidades, com esta nota bem deixada pelo Jacinto. O PS deve ter memória e bem presente a sua história".
Esta declaração foi colocada por Bernardo Trindade, que não faz parte dos planos do novo líder do PS Madeira, no momento de saída após o congresso socialista do último fim-de-semana.
Não se sabe se esta afirmação, em jeito de lembrança de que o PS Madeira tem um percurso para trás e que não começou com Paulo Cafôfo, tem a ver com uma posição do atual líder quando disse qye "a nova história do PS-Madeira começa a ser escrita hoje. Conto com o contributo de todos para os desafios que aí vêm".
Também João Pedro Vieira, o secretário-geral cessante, deixou "recados" no sentido da preservação da história do partido. Não se sabe se há ou não problemas saídos do congresso, mas o que se sabe é que Cafôfo sentiu necessidade de ir à Antena Um garantir que as diferentes tendências estão representadas nos órgãos do partido. Diferentes tendências? Mas há tendências internas?
De qualquer modo, Bernardo Trindade despediu-se dizendo que "termina hoje uma caminhada que iniciamos há 2,5 anos. Desafiado pelo Emanuel Câmara em modo convite irrecusável, empreendemos em conjunto este mandato. Para além da profunda admiração pessoal e política que tenho por ele, fica deste mandato a eleição da Sara Cerdas, a eleição do Carlos Pereira, Olavo Câmara e da Marta Freitas. E a eleição dos 19 deputados na Assembleia Regional".
Este último rol de conquistas surge como um desafio para Paulo Cafôfo superar. Se conseguir...



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