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O vazio do Largo no Dia do Monte prepara a segurança do futuro

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
15 de ago. de 2021
2 min de leitura


Miguel Gouveia: "Além da replantação de árvores, o projeto contará, igualmente, com um memorial às vítimas de 2017, porque não podemos esquecer a nossa História."





Desde 2017 que o Largo da Fonte nunca mais foi o mesmo. A véspera e o Dia do Monte ressentiram-se disso. Foi a tragédia provocada pela queda da árvore. Depois, a pandemia e novo acidente com as árvores, este ano.

Foi preciso intervir, desta vez com intervenção a sério. Hoje, 15 de agosto, Dia do Monte, sem a festa de outros tempos, o Largo da Fonte amanheceu assim, como as imagens documentam, vazio, como era previsível depois da intervenção que levou ao corte de 15 plátanos e 1 castanheiro, seguindo-se a remoção de mais 3 plátanos e de algumas árvores que já estão sinalizadas na encosta sobranceira ao largo.

Mas este vazio na Festa do Monte, é para que ocorra o "cheio" que se pretende venha a ser a segurança do futuro do Largo da Fonte, pela população residente, pelos visitantes, pela história que o Monte encerra, do ponto de vista religioso e do ponto do próprio património natural.

Recentemente, o presidente da Câmara do Funchal afirmou ser preciso "projetar o futuro com a requalificação deste espaço, e sendo este um espaço incontornável da nossa cidade, onde a História se funde com o romantismo do Monte, será feita uma requalificação paisagística alargada e adequada.”

“É isso que já estamos neste momento a promover, com um levantamento topográfico integral do espaço e procurando, com a consulta a três especialistas em arquitetura paisagística diferentes, que tenham no seu portefólio intervenções semelhantes, promover um projeto para este espaço, que preserve a sua identidade. Além da replantação de árvores, esse projeto contará, igualmente, com um memorial às vítimas de 2017, porque não podemos esquecer a nossa História."

"O Largo da Fonte e o Monte não vão perder a sua reputação turística, pelo contrário, verão reforçado em breve aquele que é um dos maiores ativos do Funchal e da Madeira, que é sermos um destino seguro".


 
 
 

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