Paulino absteve-se na Assembleia de Aderentes que aprovou BE na Coligação

Esta é uma das dúvidas do antigo deputado Rodrigo Trancoso. A outra é: "Porque razão o demissionário coordenador regional do BE-Madeira não põe de parte a hipótese de se recandidatar?"

Foto Facebook de Rodrigo Trancoso
O Bloco de Esquerda não pode estar mais em ebulição na estrutura regional. As negociações para integrar a coligação Confiança, liderada por Miguel Gouveia, onde Paulino pretendia um lugar de vereador, resultaram numa divisão interna entre a coordenação, que disse não, e a Assembleia de Aderentes, que disse sim e foi como uma desautorização que Paulino Ascenção não aceitou. Resultado: convocatória de eleições para os críticos irem a votos e poderem mostrar o que valem.
Paulino não sabe se se recandidata, mas já tem várias dúvidas lançadas por membros afetos ao BE, um deles o antigo deputado, que abandonou a política ativa para regressar ao ensino, mas está atento à actualidade e a este episódio do BE.
Hoje, no Facebook, Trancoso escreve que tem dúvidas. Uma delas é esta: "Se o demissionário coordenador regional do BE-Madeira é contra a coligação, porque razão se absteve na assembleia de aderentes?"
E outra: "Se a demissão, seguida da convocação antecipada de uma convenção regional, é para permitir aos aderentes, que defendem outra visão, avançar, serem consequentes e liderar, porque razão o demissionário coordenador regional do BE-Madeira não põe de parte a hipótese de se recandidatar?"
E ainda outra: "Quem beneficia politicamente com esta situação?"



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