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  • Henrique Correia

Presidente do SESARAM cita 4Litro e "manda" ficar o Natal com "rabinho em casa"


Fala nos lares para deixar "escapar" uma possibilidade de não terem visitas, este Natal, se a situação piorar.


Rafaela Fernandes, a presidente do Conselho de Administração do Serviço Regional de Saúde, tem hoje um artigo curioso sobre o Natal, no espaço habitual no DN, abordando a pandemia e a necessidade de contenção para uma época que, necessariamente, é diferente de outras passadas, desde logo para evitar ajuntamentos, acknselhando a um recolhimentp em casa, onde por acaso segundo os registos, os riscos de infeção são grandes.

A responsável pela administração do SESARAM cita o humor do grupo madeirense 4Litro, num dos últimos trabalhos em que se diz que este ano é para ficar com "o rabinho em casa". E é esse o conselho de Rafaela, para os madeirenses, integrando aqui os madeirenses do Porto Santo porque nunca percebi, e também já escrevi, a razão de escrevermos e dizermos madeirenses e portosantenses quando só madeirenses era suficiente. Somos todos.

Mas voltemos ao que interessa, a história do "rabinho em casa". De facto, Rafaela Fernandes tem razão, este ano é para ficar no "recato" da casa, mas mesmo assim com poucos "rabinhos em casa", só os que são mesmo necessários, é preciso dividi-los de forma equilibrada. No fundo, nada de ajuntamentos, nem na rua nem em casa. "É a nossa saúde que está em causa, a saúde dos que estão connosco em casa", alerta a presidente do SESARAM.

Fala nos estudantes e de um Natal diferente, também para eles, fala dos profissionais de saúde, sobretudo os que estão nesta luta contra a pandemia, fala nos lares para deixar "escapar" uma possibilidade de não terem visitas, este Natal, se a situação piorar. Proteger idosos e deixar que o Natal traga as prendas às crianças, defende Rafaela.

E deixa aquela que pode ser, muito bem, a mensagem de uma carta ao Pai Natal: "Deixa-nos chegar ao Carnaval com vida e saúde".

Além da mensagem e do humor que também é importante não perdermos mesmo em contextos difíceis, é preciso que estas recomendações sejam entendidas por todos e cumpridas por todos, conscientes que nem podemos levar "à letra" a brincadeira do "rabinho em casa" dos 4Litro. Se forem muitos, por exemplo, já não funciona...

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