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Presidente isolado "agarra-se" aos chefes de divisão que nomeou

  • Foto do escritor: Henrique Correia
    Henrique Correia
  • há 20 minutos
  • 1 min de leitura


São Vicente tem governação autárquica por um "fio". Mas o presidente, sem vereadores do seu lado, promete que nada vai "mexer" com o trabalho para o povo, a quem escreveu uma carta de garantias que talvez não possa dar.




O presidente da Câmara Municipal de São Vicente concentrou em si próprio todos os pelouros. O CHEGA ganhou eleições, elegeu 3 lugares contra 1 do PSD, mas agora dois dos três eleitos na primeira câmara nacional do partido de André Ventura, acabaram por votar ao lado do PSD e contra o presidente. Ou seja, CHEGA contra CHEGA e um presidente isolado que afirma, com a maior certeza do mundo, que a falta de confiança nos seus companheiros não vai alterar o trabalho a favor da população.

E onde é que José António Gonçalves vai buscar o apoio para governar a Autarquia? Nos chefes de divisão que nomeou recentemente. E nos colaboradores da Câmara. Serão eles, diz o presidente, a trabalhar para o bem do povo. Um argumento verdadeiramente surpreendente para um presidente que na vereação corre o risco de perder, sempre, por 1-3 quando foi eleito para ter 3-1.

O líder regional do CHEGA, Miguel Castro, pede serenidade e entendimento, acredita que será possível reverter a situação para dar cumprimento à decisão do povo, acredita, pouco convicto, no futuro de José Carlos Gonçalves. Já o líder nacional "lava as mãos" desta vez. Diz que o problema é local e para ser resolvido localmente.

De repente, o CHEGA veio para resolver problemas e já é um problema poucos meses depois de ser eleito em São Vicente.


 
 
 

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