PSD explica voto contra apoios às juntas com a má utilização de verbas públicas

PSD dá exemplos: aquisição de um edifício para a Junta de Freguesia de Santa Cruz e a construção de um elemento escultórico em Gaula, no valor de 50 mil euros e 14 mil respetivamente

O PSD veio a público justificar o voto contra, na Assembleia Municipal de Santa Cruz, os 135 mil euros para as junta do concelho, depois de uma reunião atribulada com troca de críticas entre o presidente da Autarquia, Filipe Sousa, e o deputado do PSD Bruno Camacho.
Mais tarde, em comunicado, o social democrata explicou o voto contra por entender que "o destino a dar a esses mesmos apoios não cumpre nem se enquadra na resposta que devia ser dada aos Munícipes, nesta fase pandémica”.
Uma posição de força que o deputado municipal Bruno Camacho defende, exemplificando com vários casos onde fica evidente, como refere, "a má utilização de dinheiros públicos, a falta de prioridade e a incapacidade de o Presidente da Câmara “resolver ou, quanto muito, minimizar as graves carências ora agravadas pela pandemia”.
“Numa altura em que a nossa população e as nossas empresas, especialmente os jovens empresários, enfrentam sérias dificuldades neste concelho, é difícil entender que os apoios extraordinários que o Executivo Municipal destina às Juntas de Freguesia sejam para despesas acessórias ou, quanto muito, despesas que se tornam desnecessárias, nesta altura, à luz do que realmente a nossa população mais precisa”, critica o Social-democrata, aludindo aos exemplos da aquisição de um edifício para a Junta de Freguesia de Santa cruz e à construção de um elemento escultórico em Gaula, no valor de 50 mil euros e 14 mil respetivamente, que constam dos investimentos previstos neste pacote de ajudas, diz na nota enviada à comunicação social.



Comentários