PSP lembra que vivemos em democracia e não há um polícia para cada "bolsa"

"A polícia tem uma margem de tolerância, não vamos ter um polícia em cada bolsa, mas tudo vai depender do comportamento das pessoas", diz o Subintendente Fábio Castro à RTP-M









O melhor é ficar em casa. O conselho mais prudente foi feito, também, pela PSP, através do Subintendente Fábio Castro, em declarações à RTP-Madeira.
Esta tarde, cerca das 17 horas, o Funchal registava pouco movimento e os espaços distribuídos pela cidade ainda estavam disponíveis. Timidamente, à volta, algumas pessoas sentavam-se perto dos quadrados, sendo que estes têm uma área para as cinco pessoas permitidas. Uma alternativa para quem não pode ver em casa.
O sibintendente da PSP diz que "quem tem a possibilidade de ver o fogo em casa, não venha para o Funchal. Existem muitas limitações no centro da cidade, com as bolsas de segurança elaboradas pela secretaria do Turismo. A Madeira não está num estado policial, mas a PSP estará atenta a todas as situações. "Não podemos ter um polícia em cada esquina, a Madeira vive num estado democrático e as pessoas vão poder circular. O que queremos é que as pessoas sejam responsáveis, mas relativamente aos que não são, claro que teremos alguma intervenção. A polícia tem uma margem de tolerância, não vamos ter um polícia em cada bolsa, mas tudo vai depender do comportamento das pessoas".



Comentários