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PSP lembra que vivemos em democracia e não há um polícia para cada "bolsa"

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
31 de dez. de 2020
1 min de leitura

"A polícia tem uma margem de tolerância, não vamos ter um polícia em cada bolsa, mas tudo vai depender do comportamento das pessoas", diz o Subintendente Fábio Castro à RTP-M










O melhor é ficar em casa. O conselho mais prudente foi feito, também, pela PSP, através do Subintendente Fábio Castro, em declarações à RTP-Madeira.

Esta tarde, cerca das 17 horas, o Funchal registava pouco movimento e os espaços distribuídos pela cidade ainda estavam disponíveis. Timidamente, à volta, algumas pessoas sentavam-se perto dos quadrados, sendo que estes têm uma área para as cinco pessoas permitidas. Uma alternativa para quem não pode ver em casa.

O sibintendente da PSP diz que "quem tem a possibilidade de ver o fogo em casa, não venha para o Funchal. Existem muitas limitações no centro da cidade, com as bolsas de segurança elaboradas pela secretaria do Turismo. A Madeira não está num estado policial, mas a PSP estará atenta a todas as situações. "Não podemos ter um polícia em cada esquina, a Madeira vive num estado democrático e as pessoas vão poder circular. O que queremos é que as pessoas sejam responsáveis, mas relativamente aos que não são, claro que teremos alguma intervenção. A polícia tem uma margem de tolerância, não vamos ter um polícia em cada bolsa, mas tudo vai depender do comportamento das pessoas".

 
 
 

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