Que incentivos tem o SESARAM para gerir as altas problemáticas?
- Henrique Correia

- há 16 horas
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A questão é levantada pelo antigo líder da Ordem dos Enfermeiros na Madeira, Élvio Jesus, que revela quanto recebe o SESARAM, em 2026, para as altas problemáticas: 21 milhões.

O antigo presidente da Ordem dos Enfermeiros na Região, Élvio Jesus, levantou esta semana, no Facebook, uma questão deveras pertinente relativamente às chamadas "altas problemáticas", as altas clínicas de pessoas que, por variadas razões não sair da situação de internamento. Ou as famílias não podem garantir o suporte de acolhimento ou simplesmente não querem. Eram mais de duzentas há pouco tempo, um problema grave para o SESARAM, que nem a articulação sugerida pelo diretor clínico encontrou eco, na percentagem necessária, por parte de organismos do Governo.
No escrito, Élvio Jesus expõe uma situação que, porventura, não era do conhecimento suficientemente abrangente da comunidade:
"Que incentivo financeiro tem o SESARAM para preparar antecipadamente as altas com as famílias dos utentes agudos (desafio colocado desde finais dos anos 80) se, para pouco mais de 25% de ocupação de utentes com Alta Médica (vulgo Altas Problemáticas) recebe 28% do total do financiamento para Internamentos?"
E nos comentários é ainda mais incisivo: "Segundo o contrato-programa para 2026, o SESARAM receberá cerca de 21 milhões de euros".



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