Reitor levou ao Palácio apreensão sobre verbas "curtas" na UMa

"Num ano em que a Universidade regista um crescimento significativo dos alunos matriculados, a manutenção em 2022 dos valores a receber é particularmente injusta".

O reitor da Universidade da Madeira foi ao Palácio mostrar apreensão face ao financiamento da UMa. Foi numa audiência com o Representante da República.
Durante este encontro, o Reitor da UMa informou Ireneu Barreto da sua apreensão relativamente à situação financeira da
Universidade, e da necessidade de se encontrar urgentemente uma alternativa de reforço do seu financiamento, que lhe permita continuar a dar um contributo para o desenvolvimento da Região e para a construção da Autonomia".
O Reitor considera, em particular, que "num ano em que a Universidade regista um crescimento significativo dos alunos matriculados, a manutenção em 2022 dos valores a receber é particularmente injusta, na medida em que continua a não assegurar a compensação dos sobrecustos da insularidade e da ultraperiferia, como previsto no artigo 72º do Orçamento de Estado para 2019, o qual não teve, até à data, qualquer desenvolvimento concreto".
Os responsáveis da UMa temem que, num momento em que esta regista um
assinalável crescimento internacional e o sucesso de novos cursos superiores lecionados na Região, manter esta situação de subfinanciamento inalterada ameace seriamente o futuro da Instituição.
O Representante da República teve ocasião de manifestar a total solidariedade com a preocupação do Reitor e assegurar-lhe a sua cooperação institucional, dentro das competências constitucionais.



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