Renaturalização foi método para proteger a Ribeira de São Jorge

Estas intervenções possibilitaram restabelecer o acesso agrícola existente (que tinha ficado parcialmente destruído), bem como desassorear um troço do leito



A secretaria regional de Equipamentos e Infraestruturas, através da direção regional do Equipamento Social e Conservação (DRESC), procedeu a trabalhos de correção dos danos provocados nas margens e ao longo do leito da Ribeira de São Jorge, que sofreu danos em consequência da tempestade "Filomena".
Refere uma informação da secretaria de Pedro Fino que estas intervenções possibilitaram restabelecer o acesso agrícola existente (que tinha ficado parcialmente destruído), bem como desassorear um troço do leito, onde se verificou deposição de material sólido, e proteger a margem direita da ribeira com blocos basálticos de origem aluvional".
A mesma publicação, no site do Governo, revela que "para ajudar a estabilizar o leito hidráulico existente, os técnicos da DRESC procederam ainda à plantação de espécies ripícolas, ou seja, plantas que se adaptam na perfeição a ambientes ribeirinhos com presença de água, como é o caso do Seixeiro, que possui um sistema de raízes densas que permitem o controlo dos processos erosivos pela ação das correntes fluviais fortes, isto é, ajudam a fixar o terreno, são resistentes à passagem de aluviões e têm capacidade de fixar o material rochoso".



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