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Resultados mostram dificuldades das empresas de sondagens na Ponta do Sol

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
26 de ago. de 2021
1 min de leitura

DN recela tendência de vitória de Célia Pessegueiro com 8 pontos de vantagem. A sondagem do JM dava vitória curta de Gualberto Fernandes, do PSD, na candidatura da coligação com o CDS.




As eleições autárquicas na Ponta do Sol têm, este ano, várias particularidades que tornam difícil a tarefa a qualquer empresa de sindagem, correndo-se este risco de, num espaço tão curto, termos previsões tão díspares, com o JM a dar vitória de Gualberto Fernandes, do PSD, e o DN, hoje, a dar a vitória da atual presidente Célia Pessegueiro, com 8 pontos de vantagem.

O concelho está num contexto de "guerra aberta" no seio do CDS, cuja posição da estrutura local vai em sentido contrário da estrutura regional, da liderança de Rui Barreto, que optou pela coligação com o PSD. Por isso, é mais do que provável que este diferendo resulte numa mais valia para a atual presidente e não viabilize, necessariamente, a junção de votos do PSD com o CDS, tendo por base os resultados de há quatro anos. E nem sempre as coligações resultam na soma dos resultados dos partidos proponentes, poderá ser o caso da Ponta do Sol.

Além disso, no contexto da Região, são grandes as dificuldades das empresas de sondagens para poderem apresentar estudos que correspondem a uma tendência correta de cada momento. O eleitorado nem sempre tem uma opinião real em cada solicitação, pelo que é difícil tirar ilações muito fiáveis.

Por isso, neste caso específico, a sondagem mais segura será mesmo a 26 de setembro, onde se saberá qual foi a tendência dos militantes do CDS, que certamente não vão votar na coligação, mas também não vão ficar em casa.



 
 
 

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