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Rui Barreto: "Coligação virtuosa em nome de um valor maior irrita oposição"

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
22 de jul. de 2022
2 min de leitura

"O Parlamento tem sido uma casa aberta a todos e nunca houve tanta participação democrática e plural num parlamento”.




O líder do CDS/Madeira fez a intervenção marcante das Jornadas Parlamentares PSD/CDS, no auditório da Junta de Freguesia de São Martinho, no Funchal, ficou marcado pelas intervenções de Jorge Carvalho, secretário regional com a tutela dos Assuntos Parlamentares e pela intervenção do Presidente do CDS Madeira, Rui Barreto.

O líder do CDS, como refere uma nota emitida pelo partido, destacou a coesão da coligação entre o CDS e o PSD, “que é virtuosa e, precisamente por isso, irrita a oposição”. Uma coligação que, nestes três anos de legislatura, tem um registo de maturidade, onde cada um dos partidos soube colocar de lado algumas questões partidárias em nome de um valor maior que é o de servir a Madeira e os madeirenses".

Barreto diz que “a estabilidade é um valor maior porque é a estabilidade que nos permite governar e cumprir um programa que foi abruptamente interrompido devido a uma pandemia e, tem sido a estabilidade, a coesão e a segurança que tem permitido nós ultrapassarmos as adversidades"

Falando do Parlamento, o líder centrista faz um elogio a José Manuel Rodrigues, também presente nestas Jornadas Parlamentares. “O Parlamento tem sido uma casa aberta a todos e nunca houve tanta participação democrática e plural num parlamento”.

Na ocasião, o líder regional dos centristas diz ver no partido socialista "uma desorientação política, pois já votam contra aquilo que defendem e isso ficou claro esta semana, ao votarem contra o Orçamento Rectificativo”. Além disso, afirmou que “um partido que durante oito anos não soube governar a cidade do Funchal, não é capaz de governar a Madeira”.

“Há dois partidos autonomistas. Há dois partidos que defendem o aprofundamento e a consagração da nossa autonomia. Dois partidos que têm um projeto claro e objetivo para a Madeira que é rever a Constituição e a Lei das Finanças Regionais que está desajustada aos desafios da Madeira e insistir na ideia de que se o Governo da República não nos quer dar os meios, ao menos que nos dê instrumentos para nós sermos aquilo que quisermos ser”, terminou.

 
 
 

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