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Santa Cruz prevê mais denúncias anónimas em ano eleitoral; PJ pede documentos

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
8 de fev. de 2021
1 min de leitura

Vice presidente Miguel Alves confirma pedidos de documentos por parte da PJ, mas afirma ser um procedimento normal, não só da Judiciária, mas também de tribunais ou entidades governamentais


O vice presidente da Câmara de Santa Cruz veio hoje a público considerar normal os pedidos de documentos feitos pela Polícia Judiciária, uma informação veiculada pelo JM e que Miguel Alves considera "consequência daquelas participações anónimas, identificadas por nós, que a partir de agora se irão multiplicar atendendo ao facto de se aproximar eleições autárquicas já em setembro de 2021".

O vice de Filipe Sousa esclarece que "sempre foi apanágio deste Executivo disponibilizar no mais curto espaço de tempo toda a documentação pedida para investigação, seja pela PJ, pelos tribunais ou outras entidades governamentais".

Miguel Alves diz ainda que, desde a tomada de posse, em 2013, esta equipa liderada por Filipe Sousa "sabe que é perfeitamente normal qualquer entidade solicitar às Câmaras, pelo menos à de Santa Cruz, independentemente das razões que as levam a tal atitude, quaisquer documentos no âmbito de qualquer processo e/ou procedimento".


 
 
 

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