Sara Madruga da Costa diz que "caiu a máscara a António Costa e ao PS-M"

"É um atentado ao princípio da continuidade territorial".

“Esta decisão faz cair a máscara de António Costa e do PS/M, que nunca quiseram rever o Subsídio de Mobilidade”, afirma Sara Madruga da Costa em nome da candidatura PSD-M/CDS-M à Assembleia da República.
Numa nota publicada na plataforma digital do partido, na Região, a deputada e agora recandidata questiona: “Será que o cabeça-de-lista do PS/M às Legislativas Nacionais irá, mais uma vez, ficar ao lado do Governo da República naquele que é um grave desrespeito de António Costa pela Madeira e pelos parlamentos regional e nacional que aprovaram a lei ora suspensa – e que o referido candidato votou contra na Assembleia da República – ou arranjará mais alguma encenação política para disfarçar a incompetência e a incapacidade deste Governo Central em implementar medidas verdadeiramente importantes para os nossos cidadãos?”
“Aquilo que esta decisão do Conselho de Ministros revela – quando suspende uma lei que foi aprovada em julho de 2019 para permitir que os Madeirenses pagassem, apenas, 86 euros pelas viagens aéreas entre a Região e o continente português – é um atentado ao princípio da continuidade territorial que, infelizmente, tem sido desprezado e desrespeitado pelo Estado Português, fazendo com que os nossos residentes continuem a pagar preços exorbitantes para viajar dentro do próprio País” prossegue a candidata, que lembra o facto de António Costa ter-se recusado a cumprir a lei que foi aprovada, adiando a sua necessária regulamentação para, agora, proceder à sua suspensão, ignorando o quanto esta decisão prejudica a mobilidade interna e fere, completamente, a coesão territorial que teima em menosprezar, tratando os residentes nesta Região como Portugueses de segunda categoria.
Sara Madruga da Costa vai mais longe ao afirmar que a candidatura do PS/M às Legislativas Nacionais vem a público diariamente vangloriar-se – mentindo – dos supostos feitos de António Costa para com a Madeira, omitindo, deliberadamente e de forma demagógica, os incumprimentos e as atitudes graves, lesivas e desastrosas que foram assumidas, ao longo destes seis anos, por parte do Governo de António Costa em relação à Madeira, como a relativa ao dossiê do Subsídio Social de Mobilidade.



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