"Saúde" vai falar com quem não quer segunda dose e é um risco para os outros

Miguel Albuquerque: "As pessoas que recusam a vacina estão pondo em causa a saúde dos outros. A proteção mais eficaz é a vacina. O pensamento mágico era bom na Idade Média".

Está difícil para a Região chegar aos 85% de vacinação completa. Tudo porque há muitas pessoas renitentes quando à segunda dose, prejudicando assim o objetivo apontado para o regresso a alguma normalidade. Miguel Albuquerque diz que a Madeira não pode obrigar à vacinação, mas haverá um contacto com essas pessoas no sentido se explicar as vantagens de se protegerem, além de constituírem um risco para os outros.
O presidente do Governo Regional acredita que a Madeira vai atingir os 85% de segundas doses, mas agora não aponta data certa. O que continua a desejar é fazer da Festa da Flor um cartaz de regresso a alguma normalidade, mas aliviar medidas só mesmo com os 85%.
O chefe do executivo diz que "o pensamento mágico era bom na Idade Média a realidade é com base em dados científicos. As pessoas que recusam a vacina estão pondo em causa a saúde dos outros. A proteção mais eficaz é a vacina".
Albuquerque diz que a abertura dos bares até mais tarde (neste momento à 1 da manhã) nem interessa aos empresários, que compreendem a necessidade, ainda, de alguma contenção. Além disso, a partir de uma determinada hora, nem os donos sis bares ganham, há mais distúrbios, maus bebedeiras e mais barulho".
As declarações de Miguel Albuquerque foram proferidas no âmbito da visita à Escola Básica dos 2º e 3º Ciclos Dr. Brazão de Castro, no sítio do Galeão, em São Roque.
A escola apresenta uma oferta educativa diversificada, abrangendo prioritariamente as áreas do ensino básico geral, do 5.º ao 9.º ano, CEF e EFA, alargando o seu âmbito de intervenção aos polos dos Centros Comunitários da Quinta Falcão, Santo Amaro, Ribeira Grande, Nazaré, São Gonçalo, Murteiras, Várzea, Viveiros, Romeiras e Casa Azul da Garo(u)ta do Calhau.
As obras custaram 380 mil euros.



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