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Secretários regionais rejeitaram o cravo que era entregue na Assembleia

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
25 de abr. de 2022
2 min de leitura


A denúncia foi do líder da JS Madeira durante um almoço comemorativo do 25 de Abril, que juntou militantes e simpatizantes.




Não é propriamente uma constatação nova mas vinda de quem vem ganha uma dimensão da triste realidade das gerações mais novas face ao 25 de abril de 74. E para cumprir abril, no futuro, é preciso compreender abril. Quem disse foi o líder da JS Madeira, que fez uma revelação de certo modo surpreendente que terá ocorrido na sessão solene mlna Assembleia Regional: "Secretários regionais a rejeitarem o cravo que era entregue à entrada e deputados vestidos de luto”. As declarações foram proferidas num almoço comemorativo do 25 de Abril, que juntou militantes e simpatizantes socialistas.

O líder da JS-M mostrou-se hoje preocupado com o facto de os jovens estarem “cada vez mais desligados do que é o 25 de Abril”. Admitindo que a passagem de testemunho dos avós para os filhos e dos filhos para os netos possa não ter sido a mais eficaz, o líder da JS-M considerou que “falar sobre o perigo de uma ditadura e sobre o perigo do fascismo é também uma forma de proteção, para que tal nunca mais se verifique na nossa terra”.

Pedro Calaça criticou ainda aquilo que considerou ser uma “vergonha imensa” passada hoje na Assembleia Legislativa, dando conta de uma “tentativa de fuga do 25 de Abril para puxar para o 25 de Novembro, secretários regionais a rejeitarem o cravo que era entregue à entrada e deputados vestidos de luto”. “Isto mostra bem o que é a posição do PSD e do CDS em relação ao 25 de Abril. Protegem todos os dias o fascismo que assolou a nossa terra”, refere uma nota do partido.





 
 
 

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