Sindicato diz que testes só a parte da comunidade escolar são ineficazes e quer rastreio massivo

SDPM considera "incoerente limitar a realização de tais testes apenas aquelas escolas e concelhos, uma vez que existe mobilidade de alunos, docentes e não docentes entre todos os concelhos da Região".

A direção do Sindicato Democrático dos Professores da Madeira pronunciou-se, hoje, sobre a decisão do Governo Regional de realizar testes de despistagem a todo o pessoal docente e não docente das escolas pertencentes aos concelhos em risco muito elevado (Porto Santo) e risco elevado (Funchal, Câmara de Lobos e Ribeira Brava), considerando a medida insuficiente e ineficaz, defendendo que a mesma devia abranger toda a comunidade escolar.
Reconhecendo e inevitabilidade da aplicação de medidas de contenção do vírus, o Sindicato afirma ser "totalmente incoerente a realização de testes apenas a uma parte da comunidade escolar".
Numa nota publicada nas plataformas digitais do sindicato, esta estrutura entende que "a realização dos referidos testes de despistagem à SARS-COV-2 , sendo realizados a uma parte da comunidade escolar, tornam-se absolutamente ineficazes face ao objetivo ambicionado".
Acrescenta a direção do SDPM que é também "incoerente limitar a realização de tais testes apenas aquelas escolas e concelhos, uma vez que existe mobilidade de alunos, docentes e não docentes entre todos os concelhos da Região".
O Sindicato defende, por isso, "um rastreio massivo de toda a comunidade escolar, ainda que isso implique a suspensão temporária da atividade letiva presencial durante o período de realização do mesmo"



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