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TAP admite que às vezes a executiva pode ter preços abaixo da económica

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
15 de jun. de 2021
1 min de leitura

Leitor do Polígrafo questionou sobre viagens para a Madeira e constatou essa diferença mas também os preços altos. A TAP explica com a lei da oferta e da procura.





A questão foi levantada por um leitor do Polígrafo e relaciona-se com viagens da TAP para a Madeira. Diz o referido leitor que fez uma pesquisa e verificou que a viagem em classe executiva era mais barata do que a verificada em classe económica, situação que motivou estranheza e levou-o a colocar a dúvida.

O Polígrafo questionou a TAP e esta foi clara ao admitir como possível essa diferença, como relata a publicação: "Há diversas tarifas para cada cabina executiva e económica. Se a procura pela cabina de económica for grande, as tarifas sobem. E se nesse mesmo voo não houver procura para a cabina de executiva, os preços mais baixos estão disponíveis nesta mesma cabina, pelo que podem circunstancialmente ser inferiores aos da classe económica, dando oportunidade aos passageiros de optar por um melhor serviço a um preço mais competitivo. A referência aos últimos lugares na imagem refere-se aos últimos lugares naquela tarifa e não aos últimos lugares na cabina de executiva...Em todas as companhias acontecem casos similares. "É a lei da procura e da oferta a funcionar, uma vez que existem dois produtos disponíveis: económica e executiva".



 
 
 

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