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TAP tem mais meios mas protege passageiros nos mesmos tempos da easyJet

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
21 de dez. de 2021
2 min de leitura

A proteção de passageiros feita pela TAP na operação aérea de ligação da Madeira ao continente, em caso de cancelamentos, é praticamente igual às

da concorrência low cost. Mas a TAP tem mais meios para responder.




Depois da noite de domingo e toda a segunda-feira marcados pelos cancelamentos de praticamente toda a operação aérea Lisboa/Funchal/Lisboa, em consequência dos ventos no Aeroporto Internacional da Madeira Cristiano Ronaldo, os passageiros da TAP e da easyJet ficaram a aguardar a proteção em voos que estas companhias iriam acrescentar à programação normal para esta época e que já estava em lotação quase esgotada.

No domingo, um voo da easyJet divergiu para Lisboa e a companhia apenas conseguiu proteger os passageiros na terça-feira pelas 10 horas, garantindo alojamento e refeições. Os passageiros admitiram que a situação de ventos no Aeroporto da Madeira é recorrente e a companhia low cost fazia o que podia, apenas conseguia proteger em condições dadas pela disponibilidade da frota e do pessoal de bordo. Muitos desses passageiro manifestaram a opinião que a TAP é uma companhia necessária uma vez que nestes casos tem vindo a proteger os passageiros de forma rápida, sendo através de recolocações ou do aumento do número de voos, em alguns casos com aparelhos de maior capacidade de lugares.

No caso dos passageiros que não puderam viajar na segunda-feira, por cancelamento e não pelo facto de terem divergido os voos, a TAP apenas garantiu voo extra esta quarta-feira, 22 de dezembro, de manhã. Alguns passageiros foram distribuídos pelos poucos lugares disponíveis e outros aguardavam decisão da companhia, que não sendo low cost e dispondo de uma frota bem maior do que a concorrência, acabou por dar uma resposta muito parecida em tempo útil, o que faz lançar várias questões por entre os passageiros, verdadeiramente agastados com algumas situações decorrentes do processo de estruturação da companhia, que pretende garantir a sua relevância com o papel de cumprimento de serviço público em segmentos que o País não pode deixar ao livre arbítrio de uma concorrência pura e dura. As viagens de e para as ilhas , estão incluidas neste âmbito.


 
 
 

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