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Teófilo paga dívida antiga à Securitas

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
22 de out. de 2021
2 min de leitura


O caso remonta ao tempo da aplicação do PAEF – Plano de Assistência Económica e Financeira –, aplicado à Região entre 2011 e 2014.




O Governo Regional e a empresa de segurança privada Securitas puseram fim, esta semana, a um diferendo que durava há cerca de uma década e que envolvia a área das pescas, revela uma nota da secretaria.

Na base do desentendimento, refere a mesma nota, "esteve uma dívida assumida pelo Governo Regional à empresa pela prestação de serviços de segurança, mas cujos valores a saldar conduziram ao diferendo que só agora encontrou bases de consenso. O processo transitou para a atual secretaria regional de Mar e Pescas, liderada por Teófilo Cunha. O caso remonta ao tempo da aplicação do PAEF – Plano de Assistência Económica e Financeira –, aplicado à Região entre 2011 e 2014, programa que assentou em três pilares: consolidação orçamental, estabilidade do sistema financeiro e transformação estrutural da economia portuguesa".

A secretaria explica que "para cumprir o apertado programa de ajustamento financeiro, o Governo Regional convidou as empresas prestadoras de serviços à Região que fizessem uma revisão dos preços estabelecidos, por forma a não comprometer a ajuda financeira solicitada. Acontece que nem todas as empresas aceitaram fazer descontos às propostas iniciais e entraram em litígio com o executivo madeirense. Alguns credores recorrem aos tribunais para resolver as suas situações. Foi o caso da Securitas".

O secretário regional de Mar e Pescas, Teófilo Cunha, congratula-se pelo desfecho e diz que “o Governo Regional e a Região são entidades de bem, com a responsabilidade de zelarem pelos interesses dos madeirenses, mas também das empresas, dos postos de trabalho e da economia e este desfecho tem exatamente esse significado”.


 
 
 

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