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Também na AD de Sá Carneiro diziam que o CDS era fascista

Foto do escritor: Henrique Correia
Henrique Correia
4 de ago. de 2020
1 min de leitura

Atualizado: 9 de ago. de 2020

Esta polémica declaração de Miguel Albuquerque para justificar a aproximação ao Chega está a agitar o debate político na Madeira



Miguel Albuquerque, o presidente do Governo Regional, lembrou a Aliança Democrática de Sá Carneiro, uma aliança de centro direita formada em Portugal, em 1979, pelo PSD, CDS e PPM, para justificar, agora, a aproximação social democrática ao CHEGA. Rui Rio disse primeiro, Albuquerque apoia e reafirmou isso mesmo em entrevista ao Público.

"Sá Carneiro também fez a AD numa altura em que se dizia que o CDS era fascista", afirma o líder do PSD Madeira e presidente de um governo de coligação com o CDS na Madeira, abordando a necessidade de uma frente centro-direita para derrotar a aliança da esquerda em Portugal. E diz mais: "Só em Portugal é que ser de direita é um estigma".

Esta posição já foi alvo de alguma polémica, sendo que as maiores divergências são, para já, de corredor. Há quem estranhe que Albuquerque venha defender uma aliança com o Chega, deixando no ar a ideia que, também um dia o CDS já esteve nesse papel, o que não terá sido bem recebido no seio do partido centrista que faz parte da coligação de governação regional.


 
 
 

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